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Quase 2 milhões de brasileiros estão doentes por conta de bebidas como refrigerante


Que o refrigerante não é saudável, isso não é novidade para ninguém, mas quais são realmente os males que esta e outras bebidas açucaradas causam? A Patrícia sofreu muito no passado, quando consumia excessivamente refrigerante.


O resultado foi trágico. O refrigerante prejudica a absorção de cálcio pelo organismo e favorece a perda de massa óssea, aumentando o risco de fraturas. Qualquer impacto gerava quebra nos ossos. Foram sete no total em poucos anos.


Até hoje a Patricia consome refrigerante, mas nunca na mesma quantidade de antes. Esse é só um dos problemas. Esse estudo inédito sobre o impacto da ingestão desses produtos em países da América Latina coordenado IECS (Instituto de Eficácia Clínica e Sanitária) da Argentina revela dados preocupantes.


Atualmente no Brasil, o consumo dessas bebidas é o responsável por mais de 721 mil casos de obesidade ou sobrepeso em crianças e adolescentes. Quase 2.220.000 adultos se encontram na mesma situação, sendo que 1.810.000 estão doentes por causa do consumo de bebidas açucaradas.


O consumo excessivo ainda tem relação direta com outras doenças como diabetes, (que afeta 1.386.000 brasileiros), doenças cardíacas e cerebrovasculares, distúrbios osteomusculares, doença renal, asma, câncer, entre outras. Ainda de acordo com o estudo no Brasil cada adulto ingere 61 litros de bebidas açucaradas por ano. O refrigerante é o principal vilão, mas também é preciso cuidar de outros líquidos comprados prontos. O suco de caixinha, por exemplo, não é nada recomendável.


O estudo no Brasil foi feito ao longo de 2020 e mais uma vez serve de alerta para as crianças e adultos. O Instituto Argentino aponta que 350 ml de refrigerante são iguais a sete colheres e meia de chá de açúcar. As bebidas ainda trazem outro prejuízo, desta vez para os nossos bolsos, que resultam em gastos de R$ 2,9 bi por ano ao sistema de saúde brasileiro no tratamento de doenças relacionadas ao seu consumo.


Fhabyanny também é nutricionista. Ela conta que consumia bastante refrigerante antes de iniciar a formação acadêmica. Assim que descobriu os efeitos negativos mudou completamente o hábito e não sente vontade nenhuma de fazer diferente.


Desde muito cedo a Leticia aprendeu a não gostar de refrigerante. Na casa dela é fácil encontrar o produto, mas a preferência da pequena é pelos produtos naturais. Independente da fruta.



Fonte: Catve

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