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Entenda o que significa a porcentagem de eficácia das vacinas contra a Covid-19

Além de se mostrar segura durante os estudos clínicos, a CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, apresentou 78% de eficácia para casos leves e 100% para moderados e graves. Diante desses dados vêm a pergunta: "O que significa a eficácia de uma vacina?"

O médico sanitarista Sérgio Zanetta explica que a eficácia é a principal medida científica utilizada para verificar se determinada dose produz o efeito desejado.

?É sempre realizado em ensaios clínicos controlados, com milhares de pessoas. Um exemplo, se 1000 pessoas receberem um produto inerte, um placebo ou soro, e outros 1000 receberem a vacina, após o seguimento do estudo se observa que 78% ou 80% das pessoas que receberam as vacinas não ficaram doentes. Eu observo então que 80% das pessoas que tomaram a vacina não tiveram a doença, ao passo que aquelas que não tomaram adoeceram. Então essa é uma medida concreta de eficácia, é a capacidade que uma vacina tem de produzir o efeito desejado, ou seja, a proteção contra uma determinada doença", explica o médico.

Zanetta também comenta sobre a segurança do imunizante, fator fundamental no processo de proteção contra a Covid-19. Segundo o sanitarista, quando uma vacina é aprovada, ela já passou por controles de qualidade rigorosos, como as quatro fases de estudos clínicos.

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Entenda o que significa a porcentagem de eficácia das vacinas contra a Covid-19
Um dos imunizantes presentes no Brasil, a CoronaVac funciona para 78% de casos leves e 100% de moderados e graves


Além de se mostrar segura durante os estudos clínicos, a CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, apresentou 78% de eficácia para casos leves e 100% para moderados e graves. Diante desses dados vêm a pergunta: ?O que significa a eficácia de uma vacina??

O médico sanitarista Sérgio Zanetta explica que a eficácia é a principal medida científica utilizada para verificar se determinada dose produz o efeito desejado.

?É sempre realizado em ensaios clínicos controlados, com milhares de pessoas. Um exemplo, se 1000 pessoas receberem um produto inerte, um placebo ou soro, e outros 1000 receberem a vacina, após o seguimento do estudo se observa que 78% ou 80% das pessoas que receberam as vacinas não ficaram doentes. Eu observo então que 80% das pessoas que tomaram a vacina não tiveram a doença, ao passo que aquelas que não tomaram adoeceram. Então essa é uma medida concreta de eficácia, é a capacidade que uma vacina tem de produzir o efeito desejado, ou seja, a proteção contra uma determinada doença", explica o médico.

Zanetta também comenta sobre a segurança do imunizante, fator fundamental no processo de proteção contra a Covid-19. Segundo o sanitarista, quando uma vacina é aprovada, ela já passou por controles de qualidade rigorosos, como as quatro fases de estudos clínicos.

?Na primeira fase é verificado se é uma droga segura, que não vai causar problemas aos seres humanos, com um grupo pequeno de voluntários. Depois, o estudo de segunda fase observa se ela produz o efeito biológico observado antes. A terceira fase acontece a testagem da vacina em milhares de pessoas, porque ela já se mostrou segura. A quarta fase do estudo que é a vigilância, continua acompanho efeitos colaterais?, completa.

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