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Comercialização de pontos na CNH é alvo de Operação da Polícia Civil Paraná


A Polícia Civil do Paraná (PCPR) está nas ruas, desde as primeiras horas da manhã desta quarta-feira (17), em combate a irregularidades na apresentação de condutores em multas de trânsito. A operação conta com o apoio do Departamento Estadual de Trânsito do Paraná (Detran/PR). São 86 alvos, entre empresas e pessoas físicas, suspeitas de financiarem o mercado clandestino de comercialização de pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no Estado.


Cerca de 250 policias civis participam da operação com a missão de cumprir nove mandados de prisão temporária e 119 de busca e apreensão, de forma simultânea, em 14 cidades do Paraná, sendo Curitiba, São José dos Pinhais, Maringá, Marialva, Sarandi, Foz do Iguaçu, Cianorte, Campo Mourão, Londrina, Cambé, São Jorge do Ivaí, Porto Rico, Paiçandu e Janiópolis.


Entre os alvos estão despachantes, empresas de consultoria de trânsito e autoescolas. Quinze dos suspeitos possuem antecedentes por crimes como embriaguez ao volante, afastar-se de local de crime para fugir da responsabilidade civil e penal, tráfico de drogas, estelionato, porte ilegal de arma de fogo, furto, falsificação de selo ou sinal público, uso de documento falso, dirigir sem CNH, associação criminosa, receptação e sonegação tributária.


A investigação estão iniciou há 9 meses, mas trabalha com levantamentos feitos desde o ano de 2018. A PCPR apurou a existência de 3,5 mil pontos fraudados. Muitos dos condutores indicados eram pessoas que já morreram.


O foco da ação não é apenas responsabilizar empresas envolvidas nos crimes, mas também pessoas comuns que oferecem suas CNHs para receberem pontuação, isentando de responsabilidade os verdadeiros infratores - evitando que estes tenham seus documentos suspensos ou cassados.


No campo administrativo, o Detran/PR está estabelecendo novas rotinas em seus sistemas visando evitar esse tipo de indicação fraudulenta. Os suspeitos estão sendo investigados por falsidade ideológica e associação criminosa.


Fonte: Assessoria

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