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Câmara Técnica de Saúde do Codefoz reforça importância de medidas para combater a covid-19


A Câmara Técnica de Saúde do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social de Foz do Iguaçu (Codefoz) emitiu nota em que reforça as recomendações para que a população aumente os cuidados sanitários para contenção da covid-19. A prevenção é uma das principais aliadas para se evitar medidas restritivas. 


O documento é resultado da análise de informes epidemiológicos, das ações de enfrentamento à covid-19 e de recomendações de órgãos ligados à saúde pública. A Câmara Técnica reúne médicos, enfermeiros e gestores da área, além de dirigentes de instituições públicas e privadas do setor médico-hospitalar.  


A Câmara Técnica de Saúde atribui o atual momento da pandemia ao aumento do fluxo de pessoas e à ampla oferta de exames, o que eleva o número de novos casos de covid-19. Como fator mais importante, o colegiado aponta o cuidado sanitário irregular realizado por parte da população. 


“Se houver adesão às recomendações sanitárias, não será necessário novo lockdown, representando um retrocesso necessário”, enfatiza a nota da Câmara Técnica de Saúde do Codefoz. Evitar aglomerações, distanciamento mínimo entre as pessoas, uso de máscaras e higienização das mãos com álcool gel são as recomendações a serem seguidas por cada pessoa.  
Íntegra da nota:

POSICIONAMENTO PÚBLICO DA CÂMARA TÉCNICA DE SAÚDE DO CODEFOZ
O Codefoz sempre esteve comprometido e dedicado a desenvolver projetos capazes de fomentar o crescimento social e econômico de Foz do Iguaçu e região.


Tendo em vista o importante conflito surgido a partir da deflagração da pandemia pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, o Codefoz passou a se posicionar incansavelmente em busca de alternativas para minimizar os riscos aos humanos provocados pela virose, mas também colocou na pauta de suas preocupações o inevitável colapso econômico passível de ocorrer a partir das orientações de isolamento prolongado e bloqueio de muitas atividades comerciais.


Por meio da Câmara Técnica de Saúde, houve apoio ao clamor popular maciço ao direito de acesso aos medicamentos classificados como off label para a doença por covid-19, quando indicados por profissionais médicos e aceitos pelos interessados.
A Câmara Técnica replicou por diversas vezes os protocolos sanitários de segurança e interagiu com o Comitê Binacional de Enfrentamento de Crise em Fronteira, cuja preocupação principal era analisar com responsabilidade a possibilidade de reabertura da Ponte Internacional da Amizade, fronteira entre o Brasil e o Paraguai.


Todas as propostas iniciais, com participação dedicada da totalidade das autoridades competentes binacionais, foram atingidas em seus propósitos, resgatando a recuperação econômica e dignidade social em meio à doença.
Mas a pandemia não acabou nem seus riscos deixaram de existir! 
A necessária flexibilização dos bloqueios trouxe uma sensação de alívio à população, mas em hipótese alguma pode haver descuidos sanitários básicos.


A pandemia ainda não acabou!

Com a abertura da Ponte da Amizade e de todas as atividades comerciais, de serviços e turismo em Foz do Iguaçu, houve um incremento significativo nos índices de pessoas infectadas pela covid-19, e as unidades de terapia intensiva estão perto de sua capacidade máxima. A impossibilidade de oferta de leitos de UTI representa mais risco aos acometidos.
O Codefoz, associado a outros órgãos de representação social, buscou analisar as razões do aumento de taxas da doença em curto prazo e concluiu da seguinte forma:
1. Houve aumento real dos índices da doença pelo maior trânsito de pessoas;
2. Por outro lado, Foz do Iguaçu, por mérito, é uma das cidades com a maior oferta e disponibilidade pública dos exames de testagem de referência como o RT – PCR, considerado padrão ouro;
3. Quanto maior o número de pessoas submetidas à testagem, mais elevada é a detecção estatística percentual da virose, ao contrário de algumas outras localidades que não possuem estrutura capaz de possibilitar testagem em massa e têm suas estatísticas fragilizadas; e
4. No entanto, a mais importante causa do aumento da doença em nossa cidade deve-se à não adesão aos cuidados sanitários fundamentais.


Fonte: Assessoria
Foto Marcos Labanca/Assessoria

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