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UPA de Cascavel fecha após lotar, e prefeitura diz que pode reter ambulâncias do Samu como leitos


A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Brasília de Cascavel, foi fechada para novos pacientes por causa da falta de leitos e capacidade técnica para atendimento, no fim da noite de terça-feira (2).

De acordo com comunicado feito pela prefeitura, a unidade registrava, durante a noite, 14 pacientes intubados e cinco em processo de intubação, além de 40 internados em leitos de enfermaria.


Cascavel vive uma crise no sistema de saúde provocada pela pandemia do novo coronavírus. O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, deve visitar a cidade na quinta-feira (4).



A partir da madrugada de quarta, pacientes com casos confirmados ou suspeitos de Covid-19 foram orientados a procurar por atendimento na UPA Veneza ou Tancredo.

De acordo com a prefeitura, os pacientes também podem buscar por atendimento, durante o dia, nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) ou Unidades de Saúde Familiar (USF) mais próxima de casa.


A prefeitura afirmou ainda que UPA Tancredo tinha apenas mais dois ventiladores disponíveis para uso.

A Secretaria Municipal de Saúde determinou que ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) fossem retidas como leitos caso os equipamentos fossem ocupados e não houvesse a transferência de pacientes nas UPAs.


Cascavel registrou desde o início da pandemia 25.205 casos confirmados e 333 mortes pela Covid-19, segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa).


Crise


Devido a situação do sistema de saúde, a Prefeitura de Cascavel também enviou na terça-feira uma carta a Pazuello e ao secretário da Saúde do Paraná, Beto Preto, solicitando "apoio imediato de caráter urgentíssimo" para que pacientes com Covid-19 sejam transferidos para outras regiões ou estados.


O documento citou que na macrorregião existem 160 pacientes aguardando por leitos de UTI ou enfermaria para Covid-19.

Em resposta à carta, a Sesa encaminhou uma nota dizendo que possui uma Central de Regulação de Leitos e uma ampla rede hospitalar, onde são concentrados os pedidos de transferências de pacientes entre os serviços de saúde.


Informou ainda que este remanejamento de pacientes é comum e pode ocorrer dentro das macrorregiões ou entre as macros, de acordo com a disponibilidade de leitos e visando um melhor e pronto atendimento ao paciente.


"A Sesa não tem medido esforços para ampliar o maior número de leitos possíveis evitando que qualquer paciente fique desassistido. Está sendo solicitado pela Sesa aos hospitais da região a possibilidade de receber estes pacientes o quanto antes", diz trecho da nota.



Fonte: G1Paraná

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