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Estudantes brasileiras de Medicina são investigadas por morte de bebê no Paraguai


Um recém-nascido morreu no Hospital Distrital de Presidente Franco, no Paraguai, por suposta negligência médica. A mãe, Adriana Blanco, de 23, contou que estudantes brasileiras teriam conduzido a cesárea e denunciou que, após o parto, não mostraram a criança para ela nem aos familiares, porque era necessária uma incubadora.

Os médicos, segundo Adriana, informaram que o bebê estava fora de perigo. Horas depois, informou a rádio La Clave, entregaram o filho morto.

A mãe explicou que entrou na sala de cirurgia, onde um cirurgião se encarregou do procedimento. Mais tarde, entrou um grupo de estudantes, a maioria brasileiros que se distinguiam porque falavam português, disse Adriana. A mulher indicou que se surpreendeu com o fato, visto que eram claramente alunos, mas participaram da intervenção. 

“Elas (estudantes) praticaram para nós”, disse a mãe em entrevista à imprensa. Adriana acrescentou que teve alta sem nenhum tipo de documento que comprove seu estado e recuperação, e que ao chegar em casa, inspecionou o corpo do filho e notou que ele apresentava cortes no umbigo e boca, além de sinais de queimaduras nas mãos e hematomas nos braços, mãos e cabeça.


Integrantes da família denunciaram que este não seria o primeiro caso de negligência e que fatos semelhantes são constantemente notificados. Eles indicaram a criança apresentava indícios de ter sido operada, mesmo sem a autorização dos pais. 


Fonte:GDia

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